domingo, 24 de fevereiro de 2013

VELHO CHICO



CONTINUANDO:
17:30 h: Felixlândia ( mais um “ândia”). Uai, cadê a cidade? Cadê, gente?! 17:38 h... Agora sim, Felixlândia. Bem escondidinha no meio dos morros. As ruas do centro estão fechadas para o carnaval que, pelo jeito, vai ser um tanto sem graça. Fomos dormir.

13 de fevereiro, quarta-feira – Saímos às 10:20 h.
11:12 h --   Curvelo. Cidade muito bonita: espaçosa, bem arborizada, tranquila. Almoçamos e dormimos. Depois fomos conhecer a cidade. Comprei meu celular Quad Band.  Achei que ganharia um novo da Vivo... Qual o quê??? Precisaria de 25.000 pontos e eu só tinha 10.000.

Seguimos para Várzea da Palma; em seguida, Pirapora. Pela fama, achei que fosse bem maior. Dormimos no Posto Douradão.

14 de fevereiro, quinta-feira – Coisa inédita (quase)! Meu marido acordou primeiro do que eu. Quando me levantei, a mesa do café já estava arrumada.

10:36 h : Saímos do posto e fomos visitar a cidade. Ficamos encantados com a ponte da estrada de ferro, que agora está desativada. Tentamos tirar uma foto da placa, mas não deu, as letras eram muito pequenas. Uma graça! Brasil ainda era Brazil. As pessoas que indagamos não souberam dizer a idade da ponte.

Ih!!! Apaguem, apaguem; a ponte não é em Pirapora, é em Buritizeiro. Parece que é só atravessar o rio, como Alto - Araguaia e Santa Rita.

Almoçamos na Parada Pontal em Guaicuí e paramos num posto para dormir (não é que rimou??? Ainda serei poeta um dia!)
17:40 h – Montes Claros, lugar de terremotos...ui, ui, ui. Fui ao Bretas fazer umas compras. Os preços, como sempre, lá no céu. Quase me perdi dentro do Shopping imenso. Penso que achei a saída por sorte.
Seguimos para... Pronto, esqueci o nome da cidade... vou olhar... Hahahhhaha, é que ainda não chegamos; dormimos antes. Eu não ia me esquecer de um nome tão lindo: Mirabela!!! Amei o nome!

15 de fevereiro, sexta-feira – Viram que coloquei de vermelhinho?! Aos poucos vou aprendendo. Adivinhem o que estou comendo??? ARATICUM!!! Abri ontem à noite. Jantei só isso; e hoje já estou comendo pela manhã. Espero que não fique tonta, como é o costume, quando exagero nessa delícia de fruta. Quando começo a comê-la, não consigo parar.


22 de fevereiro de 2013 -- sexta-feira

Olá, olá, olá... Depois de muitos dias sem escrever nadinha... Levantei-me antes das 6:00h – coisa INÉDITA! – para mandar notícias , meus amigos; não é muuuuita consideração???????????????????????? Epa! Corrigindo... antes das 7:00h... hehheehhehhehhehheehee. Seguindo a ordem cronológica:

Dia 15 de fevereiro saímos do pouso às 10:50h e fomos para Mirabela. Almoçamos, dormimos, ligamos para o Juca e partimos, passando por   Brasilândia (outro ândia...) às 14:06.
Opa! Um pequizeiro enorme à beira da estrada. Paramos, com o sol rachando, para catar pequi. Se não enjoarmos de pequi por aqui, nunca mais... Morro São Francisco, Vila do Morro, Córrego do Morro...

Enfim, São Francisco; uma placa: “Em São Francisco visitante é conterrâneo”.
-- Olha o Velho Chico! Que encanto!
A cidade é menor do que pensávamos. Dando uma volta para apreciá-la, percebemos que não é tão pequena; por aqui acontece muito isso: parte da cidade fica escondida pelos morros. O Eraldo estaciona bem ao lado do cemitério.
-- Não vamos dormir AQUI...
-- Uai, o que que tem?
-- Eu não durmo de jeito nenhum... Ui, ui, ui...
Na saída, outra placa: “Volte logo! Nosso pôr-do-sol merece ser visto novamente.” Amei! Dá mesmo vontade de voltar.
De São Francisco a Pedras de Maria da Cruz são 65km, mas... como a estrada de chão é péssima, voltaremos 73km e andaremos mais 77; ainda bem que nossa pressa é pouca.
Luislândia (mais um...). Essa eu não vi na vinda; será que cochilei?!

16 de fevereiro, sábado. Fim do horário de verão! Nem acredito... Voltaremos ao normal. Não que isso nos afete, já que para nós horário não existe. A gente dorme hora que dá vontade, come hora que dá vontade, levanta-se hora que dá vontade...  É a vida que sonhei!!!

Saímos de Brasília de Minas às 09:40h. Entrada de Patis (olhem que nome engraçado!); Japonvar. Paramos na Pousada Pequizeiro: muito arrumadinha; mas o pátio onde ficam os caminhões mais parece depósito de lixo... O povo não aprende mesmo! Como suja os lugares públicos... Com tanta campanha, parece que já devia ter mudado um pouco. É uma pena!

Hahahahahha... O nome da funerária: “Funerária Dias de Glória”.
Lontra. Uma faixa: “Dia tal, Festa dos Lontrenses Ausentes”. Será que é a Festa do Mineirinho daqui?
Paramos para comprar imbu. Um saco de três ou quatro quilos por R$ 2,00!
Deliciosos! Mais doces e mais polpudos do que os nossos.
11:55 h – Pedras de Maria da Cruz. Parece bem pequena. Compramos carne seca para fazermos uma maria isabel no almoço, em Januária.

De novo o Velho Chico! Lindo! Lindo! O apelido cai bem: Tão vagaroso, tão cansado! Tem lugar que você não sabe se corre para cima ou para baixo, ou melhor, para lá ou para cá...Lógico que não corre para cima; isso é façanha, segundo o Meco, somente do Rio Claro, de Jataí. E não adianta teimar com o rapaz, ele diz logo:
-- O Rio Claro não nasce debaixo da serra? Então... E corre em cima da serra! É fato.
E é um fenômeno interessantíssimo! Muita gente pensa que o tal rio nasce em cima da serra. NÃO!!! Nasce embaixo. Ponto final.

13:12 – Januária. Pelo mapa deve ser grande, mas parece bem pequena. Fizemos a maria isabel, almoçamos e dormimos. Depois saímos para passear. A cidade é mesmo grande. Muitas casas bem antigas! Tomamos sorvete num barzinho: sabores muito exóticos! Frutas do lugar...Tudo saboroso!
Continuando a viagem: Riacho da Cruz, Fabião, Fabião I, Fábião II. Já achamos muito engraçado! Mas... aí veio Fabião III. O lugarejo Fabião II parece melhor que os outros, com casas bonitas.
-- Nossa! Olha a casa do prefeito!

18:25h – Itacarambi. Nunca vi tanto tambor... Que será isso?
Que entrada mais linda! A praça não acaba mais. A cidade é diferentíssima: mais árvores que casas; colorida, alegre; gostei demais! Pré-escola “Sossego da Mamãe”, cemitério “Parque da Harmonia”.
-- Olha o Velho Chico... Lindão! Paradããããão! Oba! Vamos passar de balsa! Vamos passar de balsa! Vamos passar de balsa!
A balsa demorou que demorou e acabamos passando à noite. Ai, que raiva; parece que eu tenho o destino de andar de balsa à noite. Lembram do Rio Amazonas? Horas na balsa... À NOITE. Mas fiquei de olho naquela luzinha da saída... não queria perder nada. Preguei o olho lá. Então ouvi o Eraldo perguntando:
-- Quanto tempo ela demora para atravessar?
-- Uns dez minutos.
-- Sóóóó????  E o rapaz:
-- É.... Já está encostando...
Gente, imaginem a minha raiva, a minha frustração??? Enquanto eu olhava as luzinhas a balsa atravessou e eu nem percebi. A culpa também é do paradão do Chico.

24 de fevereiro de 2013—DOMINGO: ( Estamos em Vitória da Conquista – BA ). Depois coloco o blog em dia. Vou mandar o que já escrevi, certo?






sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

ARATICUM -- O QUE É ISSO????




Continuando... Pela primeira vez em Minas vou escrever no Word para copiar e colar porque a internet por aqui não funciona.

Não terminei de contar sobre a maravilhosa família do Célio. A Maria José, sua mãe, é muito parecida com a dona Adélia: aquele mesmo jeitinho calmo, sempre ajudando todo mundo, dispondo de tudo que tem. Ah! E para meu consolo, e o dela também, se parece comigo no desnorteamento: quando para num lugar, não sabe se a saída é para lá ou para cá... Fiquei muitíssimo feliz em achar alguém como eu, não estou só.  Viram, meninos? Sua mãezinha tem companhia!

Gostamos muito também da tiazinha: fica sempre sorrindo , um amor!

E a cachorrinha? Que graça! Gostei mais ainda do nome dela, mas... Não posso contar aqui, senão alguém da família me enforca...kkkkkkkkk. Porém vou contar por email, ah... isso vou!

Um enigma para vocês resolverem: Como a Maria José pode ser filha única e ter 16 irmãos legítimos? Aguardo resposta. Não vale perguntar para o  “padim”.

Saindo de João Pinheiro, rodamos um pouco e tivemos que parar para dormir; deve ser ainda ressaca do Carnabon.

Às 16:26 saímos rumo ao Rio São Francisco; às 18:20 tivemos a alegria de contemplar a Barragem Três Marias! Linda, linda, linda!!! Uma imensa serra, graças à preguiça do Tinhoso. Paramos no Posto Verde Vale, de onde se tem uma encantadora vista da barragem.

12 de fevereiro, terça-feira – Aniversário da Maria José. Queriam que a gente ficasse, mas estávamos um tanto atrasados em nossa viagem.
Fomos à praia “Mar de Minas” procurar peixe... Cadê peixe? Cadê peixe? Até que enfim achamos. Na Barraca Veredas. Fresquíssimo! Só pode... pelo tempo que demorou para servir, certamente foram pescá-lo no rio. O pessoal da beira da praia estava com uma cara de ressaca... O  carnaval prometendo. Vi um bloco com um nome tão interessante que até pedi licença para tirar uma foto. Vou tentar colocá-la no blog.

E eu sempre repetindo:
-- Dessa vez seremos bem cuidadosos para tomar sol; somente no horário certo. Não quero me queimar como das outras vezes.
Acontece que a hora não passava de jeito nenhum...Olhei... todo mundo tomando sol... Falei: “Ah! A gente fica só um pouquinho... E depois os médicos já andam defendendo tomar sol nesse horário para absorver as vitaminas...” E lá fomos nós tomar um banho curto no São Francisco... Que água deliciosa! Mergulhamos, brincamos, nadamos... Sair pra quê? Quando saímos, depois de umas três horas de banho, olhei as horas: 15:50h. Viram que horário mais saudável???

Pegamos a estrada de volta. Passamos pela cidade. Por aqui tudo é assim: moto-táxi Guimarães Rosa, Memorial Manuelzão, Circuito Guimarães Rosa, Nunsei quê Diadorim. Ué, cadê o Riobaldo? Falando nele... Lu, quem era ele na mini-série da Globo?

Passamos por uma barraca na estrada. Araticum?! NOSA! O Eraldo foi logo dizendo:
-- Não vai dizendo que adora araticum... porque ele sobe o preço. Faz de conta que nem conhece.
Hahahhhahaha... se uma coisa eu nunca aprendi é pechinchar quando aprecio algo. Como no caso da bacia, que o rapaz subia em cima... Fui logo dizendo para o vendedor:
-- Puxa! Há quanto tempo procuro por você. Gostei tanto daquela bacia, que me arrependi de não ter comprado o jogo inteiro.
Então quis pechinchar e não deu mais... O cara cobrou o que quis, lógico!

Fiz direitinho, morrendo de vontade de rir. O Eraldo:
-- Que fruta é essa?
-- É “articum”? – disse o rapaz.
E eu: -- E é boa???
-- Ah! É deliciosa! Vou abrir uma para vocês verem.
Abriu. E eu provando devagarinho, com vontade de pôr tudinho dentro da boca: nham, nham, nham... Hummm, tô gostando... É forte!
E ele: “É. Mas esse está passado. Vou abrir outro.” Gente, colocou as bandinhas – que não tinham nada de passadas -- lá no chão e abriu outro pequenininho. E eu comendo devagar, devagar.

Não deu outra; o rapaz:
-- O preço é dez reais, mas para vocês vou fazer oito porque não conhecem a fruta.
E eu olhando aquelas bandinhas lá no chão. Não aguentei e disse: Posso levar aquela ali? Eu gostei desse negócio!
-- Pode, pode, é de vocês!
Ainda bem, pois o que compramos ainda não estava no ponto. Fui comendo pela estrada: “Ah! Manjar dos deuses!!!”
O Eraldo aproveitou e comprou um doce de pequi. Ele gostou, mas eu achei muito esquisito.

ARATICUM -- O QUE É ISSO????




Continuando... Pela primeira vez em Minas vou escrever no Word para copiar e colar porque a internet por aqui não funciona.

Não terminei de contar sobre a maravilhosa família do Célio. A Maria José, sua mãe, é muito parecida com a dona Adélia: aquele mesmo jeitinho calmo, sempre ajudando todo mundo, dispondo de tudo que tem. Ah! E para meu consolo, e o dela também, se parece comigo no desnorteamento: quando para num lugar, não sabe se a saída é para lá ou para cá... Fiquei muitíssimo feliz em achar alguém como eu, não estou só.  Viram, meninos? Sua mãezinha tem companhia!

Gostamos muito também da tiazinha: fica sempre sorrindo , um amor!

E a cachorrinha? Que graça! Gostei mais ainda do nome dela, mas... Não posso contar aqui, senão alguém da família me enforca...kkkkkkkkk. Porém vou contar por email, ah... isso vou!

Um enigma para vocês resolverem: Como a Maria José pode ser filha única e ter 16 irmãos legítimos? Aguardo resposta. Não vale perguntar para o  “padim”.

Saindo de João Pinheiro, rodamos um pouco e tivemos que parar para dormir; deve ser ainda ressaca do Carnabon.

Às 16:26 saímos rumo ao Rio São Francisco; às 18:20 tivemos a alegria de contemplar a Barragem Três Marias! Linda, linda, linda!!! Uma imensa serra, graças à preguiça do Tinhoso. Paramos no Posto Verde Vale, de onde se tem uma encantadora vista da barragem.

12 de fevereiro, terça-feira – Aniversário da Maria José. Queriam que a gente ficasse, mas estávamos um tanto atrasados em nossa viagem.
Fomos à praia “Mar de Minas” procurar peixe... Cadê peixe? Cadê peixe? Até que enfim achamos. Na Barraca Veredas. Fresquíssimo! Só pode... pelo tempo que demorou para servir, certamente foram pescá-lo no rio. O pessoal da beira da praia estava com uma cara de ressaca... O  carnaval prometendo. Vi um bloco com um nome tão interessante que até pedi licença para tirar uma foto. Vou tentar colocá-la no blog.

E eu sempre repetindo:
-- Dessa vez seremos bem cuidadosos para tomar sol; somente no horário certo. Não quero me queimar como das outras vezes.
Acontece que a hora não passava de jeito nenhum...Olhei... todo mundo tomando sol... Falei: “Ah! A gente fica só um pouquinho... E depois os médicos já andam defendendo tomar sol nesse horário para absorver as vitaminas...” E lá fomos nós tomar um banho curto no São Francisco... Que água deliciosa! Mergulhamos, brincamos, nadamos... Sair pra quê? Quando saímos, depois de umas três horas de banho, olhei as horas: 15:50h. Viram que horário mais saudável???

Pegamos a estrada de volta. Passamos pela cidade. Por aqui tudo é assim: moto-táxi Guimarães Rosa, Memorial Manuelzão, Circuito Guimarães Rosa, Nunsei quê Diadorim. Ué, cadê o Riobaldo? Falando nele... Lu, quem era ele na mini-série da Globo?

Passamos por uma barraca na estrada. Araticum?! NOSA! O Eraldo foi logo dizendo:
-- Não vai dizendo que adora araticum... porque ele sobe o preço. Faz de conta que nem conhece.
Hahahhhahaha... se uma coisa eu nunca aprendi é pechinchar quando aprecio algo. Como no caso da bacia, que o rapaz subia em cima... Fui logo dizendo para o vendedor:
-- Puxa! Há quanto tempo procuro por você. Gostei tanto daquela bacia, que me arrependi de não ter comprado o jogo inteiro.
Então quis pechinchar e não deu mais... O cara cobrou o que quis, lógico!

Fiz direitinho, morrendo de vontade de rir. O Eraldo:
-- Que fruta é essa?
-- É “articum”? – disse o rapaz.
E eu: -- E é boa???
-- Ah! É deliciosa! Vou abrir uma para vocês verem.
Abriu. E eu provando devagarinho, com vontade de pôr tudinho dentro da boca: nham, nham, nham... Hummm, tô gostando... É forte!
E ele: “É. Mas esse está passado. Vou abrir outro.” Gente, colocou as bandinhas – que não tinham nada de passadas -- lá no chão e abriu outro pequenininho. E eu comendo devagar, devagar.

Não deu outra; o rapaz:
-- O preço é dez reais, mas para vocês vou fazer oito porque não conhecem a fruta.
E eu olhando aquelas bandinhas lá no chão. Não aguentei e disse: Posso levar aquela ali? Eu gostei desse negócio!
-- Pode, pode, é de vocês!
Ainda bem, pois o que compramos ainda não estava no ponto. Fui comendo pela estrada: “Ah! Manjar dos deuses!!!”
O Eraldo aproveitou e comprou um doce de pequi. Ele gostou, mas eu achei muito esquisito.

ARATICUM -- O QUE É ISSO????




Continuando... Pela primeira vez em Minas vou escrever no Word para copiar e colar porque a internet por aqui não funciona.

Não terminei de contar sobre a maravilhosa família do Célio. A Maria José, sua mãe, é muito parecida com a dona Adélia: aquele mesmo jeitinho calmo, sempre ajudando todo mundo, dispondo de tudo que tem. Ah! E para meu consolo, e o dela também, se parece comigo no desnorteamento: quando para num lugar, não sabe se a saída é para lá ou para cá... Fiquei muitíssimo feliz em achar alguém como eu, não estou só.  Viram, meninos? Sua mãezinha tem companhia!

Gostamos muito também da tiazinha: fica sempre sorrindo , um amor!

E a cachorrinha? Que graça! Gostei mais ainda do nome dela, mas... Não posso contar aqui, senão alguém da família me enforca...kkkkkkkkk. Porém vou contar por email, ah... isso vou!

Um enigma para vocês resolverem: Como a Maria José pode ser filha única e ter 16 irmãos legítimos? Aguardo resposta. Não vale perguntar para o  “padim”.

Saindo de João Pinheiro, rodamos um pouco e tivemos que parar para dormir; deve ser ainda ressaca do Carnabon.

Às 16:26 saímos rumo ao Rio São Francisco; às 18:20 tivemos a alegria de contemplar a Barragem Três Marias! Linda, linda, linda!!! Uma imensa serra, graças à preguiça do Tinhoso. Paramos no Posto Verde Vale, de onde se tem uma encantadora vista da barragem.

12 de fevereiro, terça-feira – Aniversário da Maria José. Queriam que a gente ficasse, mas estávamos um tanto atrasados em nossa viagem.
Fomos à praia “Mar de Minas” procurar peixe... Cadê peixe? Cadê peixe? Até que enfim achamos. Na Barraca Veredas. Fresquíssimo! Só pode... pelo tempo que demorou para servir, certamente foram pescá-lo no rio. O pessoal da beira da praia estava com uma cara de ressaca... O  carnaval prometendo. Vi um bloco com um nome tão interessante que até pedi licença para tirar uma foto. Vou tentar colocá-la no blog.

E eu sempre repetindo:
-- Dessa vez seremos bem cuidadosos para tomar sol; somente no horário certo. Não quero me queimar como das outras vezes.
Acontece que a hora não passava de jeito nenhum...Olhei... todo mundo tomando sol... Falei: “Ah! A gente fica só um pouquinho... E depois os médicos já andam defendendo tomar sol nesse horário para absorver as vitaminas...” E lá fomos nós tomar um banho curto no São Francisco... Que água deliciosa! Mergulhamos, brincamos, nadamos... Sair pra quê? Quando saímos, depois de umas três horas de banho, olhei as horas: 15:50h. Viram que horário mais saudável???

Pegamos a estrada de volta. Passamos pela cidade. Por aqui tudo é assim: moto-táxi Guimarães Rosa, Memorial Manuelzão, Circuito Guimarães Rosa, Nunsei quê Diadorim. Ué, cadê o Riobaldo? Falando nele... Lu, quem era ele na mini-série da Globo?

Passamos por uma barraca na estrada. Araticum?! NOSA! O Eraldo foi logo dizendo:
-- Não vai dizendo que adora araticum... porque ele sobe o preço. Faz de conta que nem conhece.
Hahahhhahaha... se uma coisa eu nunca aprendi é pechinchar quando aprecio algo. Como no caso da bacia, que o rapaz subia em cima... Fui logo dizendo para o vendedor:
-- Puxa! Há quanto tempo procuro por você. Gostei tanto daquela bacia, que me arrependi de não ter comprado o jogo inteiro.
Então quis pechinchar e não deu mais... O cara cobrou o que quis, lógico!

Fiz direitinho, morrendo de vontade de rir. O Eraldo:
-- Que fruta é essa?
-- É “articum”? – disse o rapaz.
E eu: -- E é boa???
-- Ah! É deliciosa! Vou abrir uma para vocês verem.
Abriu. E eu provando devagarinho, com vontade de pôr tudinho dentro da boca: nham, nham, nham... Hummm, tô gostando... É forte!
E ele: “É. Mas esse está passado. Vou abrir outro.” Gente, colocou as bandinhas – que não tinham nada de passadas -- lá no chão e abriu outro pequenininho. E eu comendo devagar, devagar.

Não deu outra; o rapaz:
-- O preço é dez reais, mas para vocês vou fazer oito porque não conhecem a fruta.
E eu olhando aquelas bandinhas lá no chão. Não aguentei e disse: Posso levar aquela ali? Eu gostei desse negócio!
-- Pode, pode, é de vocês!
Ainda bem, pois o que compramos ainda não estava no ponto. Fui comendo pela estrada: “Ah! Manjar dos deuses!!!”
O Eraldo aproveitou e comprou um doce de pequi. Ele gostou, mas eu achei muito esquisito.

ARATICUM -- O QUE É ISSO????




Continuando... Pela primeira vez em Minas vou escrever no Word para copiar e colar porque a internet por aqui não funciona.

Não terminei de contar sobre a maravilhosa família do Célio. A Maria José, sua mãe, é muito parecida com a dona Adélia: aquele mesmo jeitinho calmo, sempre ajudando todo mundo, dispondo de tudo que tem. Ah! E para meu consolo, e o dela também, se parece comigo no desnorteamento: quando para num lugar, não sabe se a saída é para lá ou para cá... Fiquei muitíssimo feliz em achar alguém como eu, não estou só.  Viram, meninos? Sua mãezinha tem companhia!

Gostamos muito também da tiazinha: fica sempre sorrindo , um amor!

E a cachorrinha? Que graça! Gostei mais ainda do nome dela, mas... Não posso contar aqui, senão alguém da família me enforca...kkkkkkkkk. Porém vou contar por email, ah... isso vou!

Um enigma para vocês resolverem: Como a Maria José pode ser filha única e ter 16 irmãos legítimos? Aguardo resposta. Não vale perguntar para o  “padim”.

Saindo de João Pinheiro, rodamos um pouco e tivemos que parar para dormir; deve ser ainda ressaca do Carnabon.

Às 16:26 saímos rumo ao Rio São Francisco; às 18:20 tivemos a alegria de contemplar a Barragem Três Marias! Linda, linda, linda!!! Uma imensa serra, graças à preguiça do Tinhoso. Paramos no Posto Verde Vale, de onde se tem uma encantadora vista da barragem.

12 de fevereiro, terça-feira – Aniversário da Maria José. Queriam que a gente ficasse, mas estávamos um tanto atrasados em nossa viagem.
Fomos à praia “Mar de Minas” procurar peixe... Cadê peixe? Cadê peixe? Até que enfim achamos. Na Barraca Veredas. Fresquíssimo! Só pode... pelo tempo que demorou para servir, certamente foram pescá-lo no rio. O pessoal da beira da praia estava com uma cara de ressaca... O  carnaval prometendo. Vi um bloco com um nome tão interessante que até pedi licença para tirar uma foto. Vou tentar colocá-la no blog.

E eu sempre repetindo:
-- Dessa vez seremos bem cuidadosos para tomar sol; somente no horário certo. Não quero me queimar como das outras vezes.
Acontece que a hora não passava de jeito nenhum...Olhei... todo mundo tomando sol... Falei: “Ah! A gente fica só um pouquinho... E depois os médicos já andam defendendo tomar sol nesse horário para absorver as vitaminas...” E lá fomos nós tomar um banho curto no São Francisco... Que água deliciosa! Mergulhamos, brincamos, nadamos... Sair pra quê? Quando saímos, depois de umas três horas de banho, olhei as horas: 15:50h. Viram que horário mais saudável???

Pegamos a estrada de volta. Passamos pela cidade. Por aqui tudo é assim: moto-táxi Guimarães Rosa, Memorial Manuelzão, Circuito Guimarães Rosa, Nunsei quê Diadorim. Ué, cadê o Riobaldo? Falando nele... Lu, quem era ele na mini-série da Globo?

Passamos por uma barraca na estrada. Araticum?! NOSA! O Eraldo foi logo dizendo:
-- Não vai dizendo que adora araticum... porque ele sobe o preço. Faz de conta que nem conhece.
Hahahhhahaha... se uma coisa eu nunca aprendi é pechinchar quando aprecio algo. Como no caso da bacia, que o rapaz subia em cima... Fui logo dizendo para o vendedor:
-- Puxa! Há quanto tempo procuro por você. Gostei tanto daquela bacia, que me arrependi de não ter comprado o jogo inteiro.
Então quis pechinchar e não deu mais... O cara cobrou o que quis, lógico!

Fiz direitinho, morrendo de vontade de rir. O Eraldo:
-- Que fruta é essa?
-- É “articum”? – disse o rapaz.
E eu: -- E é boa???
-- Ah! É deliciosa! Vou abrir uma para vocês verem.
Abriu. E eu provando devagarinho, com vontade de pôr tudinho dentro da boca: nham, nham, nham... Hummm, tô gostando... É forte!
E ele: “É. Mas esse está passado. Vou abrir outro.” Gente, colocou as bandinhas – que não tinham nada de passadas -- lá no chão e abriu outro pequenininho. E eu comendo devagar, devagar.

Não deu outra; o rapaz:
-- O preço é dez reais, mas para vocês vou fazer oito porque não conhecem a fruta.
E eu olhando aquelas bandinhas lá no chão. Não aguentei e disse: Posso levar aquela ali? Eu gostei desse negócio!
-- Pode, pode, é de vocês!
Ainda bem, pois o que compramos ainda não estava no ponto. Fui comendo pela estrada: “Ah! Manjar dos deuses!!!”
O Eraldo aproveitou e comprou um doce de pequi. Ele gostou, mas eu achei muito esquisito.